quinta-feira, 21 de abril de 2011

FORTALEZA ESPORTE CLUBE

Ontem à noite o Fortaleza Esporte Clube sofreu uma derrota que não estava de forma alguma nas pretensões daqueles que formam a nação tricolor.
A derrota por um a zero, diante a formação do Crato, na cidade de Horizonte, cidade que fica encravada na região metropolitana de nossa capital, fez desmoronar toda uma nação.
O esforçado Crato, que ocupa uma das derradeiras posições na tabela do campeonato alencarino, talvez não esperasse uma vitória que colocaria em xeque toda a campanha do time da garotada. Placar que provavelmente sepultou de vez as esperanças do tão sonhado pentacampeonato.
Culpados são fáceis de apontar. Marcelo Desidério, Lúcio Bonfim, Renan Vieira. Todos de uma forma ou de outra edificaram a atual situação do Fortaleza Esporte Clube.
Péssimas contratações, desorganização administrativa, erros em não saberem avaliarem situações. Erros em não saberem terem um programa sério de gestão. Aliás, sequer existiam projetos a médio e em longo prazo para levar o nosso leão ao seu verdadeiro lugar. A vitória.
O que caracterizou nas administrações supracitadas, foram péssimas contratações e a perda de jogadores de forma tão vergonhosas.
Na administração de Paulo Arthur, que hoje pediu licença da direção executiva, pelo prazo de noventa dias, (leia-se tchau! Nunca mais apareço por aqui! Fiquem com seus abacaxis e pepinos! Adeus!!!!), foi marcada por dois erros de avaliação que, no meu ponto de vista foram desastrosas. Primeiro foi no jogo pela Copa do Brasil, contra o Clube de Regatas do Flamengo, o preço absurdo cobrado pelos ingressos, o que levou a torcida tricolor a não ir ao estádio, outra coisa a possível evasão de renda naquele jogo.
Outro erro que considerei lastimável foi a saída de treinador Flávio Araújo, que deveria ser era valorizado e prestigiado. Se realmente a direção tricolor tivesse um projeto, Flávio seria mantido no cargo, até as últimas conseqüências, pois Flávio Araújo, como muitos sabem, é um grande conhecedor de futebol, e, com o tempo colocaria o Fortaleza com um padrão de jogo.
Flávio deveria ser ter sido apoiado e colocassem a sua disposição jogadores com melhores condições técnicas para um bom desempenho no segundo semestre, do corrente ano.
Hoje, todos lamentam que provavelmente o Fortaleza não dispute, com seu maior rival, o campeonato cearense.
Como fizeram os outros administradores, aliás, corrigindo, “administradores” Paulo Arthur deixou um legado de frustração e abandono.
Eles não têm corações tricolores.

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